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Ambrósio da Cruz Viana, Advogado
Ambrósio da Cruz Viana
Comentário · há 5 meses
Muito estranho esse placar de 6x5 nessa votação sobre os direitos de amantes de ambos os sexos.
É o segundo placar que deixa qualquer leigo ou analfabeto com a pulga em cima da orelha sobre determindas decisões da Suprema Corte. O primeiro caso foi sobre a reeleição na Câmara e no Senado. Assistimos boquiabertos e pasmos e anestesidos quando 5 ministros do STF rasgaram a
Constituição Federal (artigo 57, parágrafo quarto) e 6 ministro colaram os pedaços do texto constitucional com cola à base de água na tentativa de salvar, não apenas o artigo 57 da Carta Magna, mas também da destruição total o artigo 102 da dilacerada Constituição Federal, de 05/10/1988.
Sou apenas um pacato, humilde e inculto cidadão brasileiro, além de exímio pagador de impostos sem direito a retorno em forma de benefícios. Cumpro os meus deveres e tenho firme esperança que o Brasil mude para melhor. Está difícil, mas não impossível porque creio em DEUS - O Supremo Arquiteto e Criador do Universo.
Este simples, modesto e insignificante comentário não representa nenhuma crítica dirigida a quem quer que seja, apenas o pensamento preocupante pelo presente e futuro do BRASIL, pois, nenum país democratico pode prescindir do respeito às leis, notada e prioritariamente a Lei Maior.
Considero perdida a minha geração e a dos meus filhos.Trabalho para garantir o mínimo possível de dignidade para meus netos, bisnetos e tataranetos. Tenho minha parte de culpa por ser digno e honrado e desafio qualquer pessoa de ambos os sexos provar o contrário.
Fraternamente.
Dr. Ambrósio da Cruz Viana.
Goiânia - GO
Ambrósio da Cruz Viana, Advogado
Ambrósio da Cruz Viana
Comentário · há 7 meses
Aqui, da minha "Caverna", parabenizo a matéria da nobre equipe do "Advocacionando" sobre o tema "CNJ e o Juízo 100% Digital".
O mundo evoluiu de formas positiva e negativa em função de ter sido criado sob os fundamentos dos opostos (dia/noite, vida/morte, bondade/maldade, amor/ódio, etc, etc).
Sou de opinião (minoritária) que: primeiro o CNJ deveria, prioritariamente, dar condição tecnológica e até mesmo financeira para os tribunais implantarem um Sistema Digital confiável e que funcionasse a contento. Tenho em mãos a seguinte matéria: "Após pedido da OAB-GO, TJGO se compromete a informar previamente manutenção do Projudi". Eu trocaria a palavra "informar" por "funcionar". Está provado que em Goiás existe deficiência no sistema digital e não é de agora. Logo, não adianta o CNJ querer que o "Sistema Digital" tem que funcionar 100% (ao menos em Goiás) se a estrutura do sistema é precária. Acredito que falta investimento no sistema digital. Com essa flagrante deficiência digital, como ficam os prazos processuais digitais, estando o sistema fora da Internet? O
CPC/2015 não previu esse grave problema.
Do outro lado de cá do Oceano Atlântico, o processo digital ainda não deu celeridade às demandas judiciais. Tenho conhecimento de casos sob a égide do Sistema Digital que já duram anos, sem previsão de solução, conforme determinado no artigo do CPC, combinado com o artigo , LXXVIII, da Constituição Federal. Estamos, juridicamente falando, sob o domínio do sistema "erga omnes" da morosidade.
E agora José? Tem uma montanha no meio do caminho, no meio do caminho tem um Everest coberto de gelo!!!

Fraternalmente,
Ambrósio da Cruz Viana
Goiânia - GO.
Ambrósio da Cruz Viana, Advogado
Ambrósio da Cruz Viana
Comentário · há 10 meses
Prezado Dr,. Gabriel Soares.

Parabéns pela excelente matéria muito informativa e ilustrativa do momento que o país está atravessando, onde a insegurança jurídica é um fator de instabilidade institucional.

Porém, aqui da minha caverna declaro para os 4 cantos da terra: não sou jurista, magistrado com PhD pela Universidade da Intolerância e com mestrado na ignorância jurídica, psicólogo ou psiquiatra em comportamento humano. Queria apenas entender os ensinamentos de Cesare Lombroso no seu livro "O HOMEM DELINQUENTE" ou "DE L'HOMME CRIMINEL", entretanto, consigo (ganhando baixo salário) ser apenas um exímio pagador de impostos sem direito a retorno em forma de benefícios.
Mesmo assim, acredito que o ato desse nobre desembargador demonstra, em parte, o nível que ele representa dentro do poder judiciário: o excesso de arrogância como se fosse deus do Olimpo.
Ele acertou dizendo que decreto não é lei. O decreto tem por finalidade (acredito eu) regulamentar a lei nos seus mínimos detalhes, criando normas necessárias para o fiel cumprimento daquilo que a lei estabelece. Deve ser assim em países onde o decreto e a lei, além de estarem acima das pessoas, a sua obediência é considerada erga omnes, como é a
constituição federal nos respectivos países. Fica provado que no Brasil existe o princípio dicotômico de alguns estarem acima das leis infraconstitucionais e da própria Constituição Federal.
Lamento o comportamento desrespeitoso desse desembargador que devia dar o exemplo ao menos de ser um cidadão educado, por via das dúvidas, já que suas prerrogativas não o impedem de contrair o Covid-19, ser tratado em hospital mais caro do país ou no exterior e não se livrar da morte, haja vista que a morte é a única coisa, absolutamente, certa que existe entre os mortais.
O nobre desembargador demonstrou ter conhecimento da filosofia do maior sanguinário do século XX quando disse: "Quanto pior um Estado é constituído, tanto mais confusão e incompreensível é a explicação da sua finalidade" - Adolf Hitler - in Mein Kampf - 1925.
Em Goiânia uso máscara em obediência aos decretos municipal e estadual e sou um homem livre, porque liberdade significa, a priori, responsabilidade.
Não podemos continuar como um país medíocre institucionalmente, onde as normas legais só funcionam entre os mais humildes, por não dizer: les misérables.
Fraternalmente,
Ambrósio da Cruz Viana
Goiânia - GO
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